GUERRA DAS LARANJAS - DECRETO: Havendo El-Rei Catholico pelo manifesto publicado em Madrid aos 27 do Mez de Fevereiro próximo passado declarado Guerra a esta Coroa....demorei até agora anunciar a sobredita Declaração: mas constando-me terem entrado as Tropas Hespanholas neste Reino, fazendo uma Guerra ostensiva.....Ordeno se faça notório a todos os meus Vassalos, para terem os Violadores da Independente Soberania desta Coroa, e Invasores destes Reinos por Agressores, e Inimigos declarados, e públicos .... Palacio de Queluz em vinte e quatro de Maio de mil oitocentos e hum

GUERRA DAS LARANJAS - DECRETO: Havendo El-Rei Catholico pelo manifesto publicado em Madrid aos 27 do Mez de Fevereiro próximo passado declarado Guerra a esta Coroa....demorei até agora anunciar a sobredita Declaração: mas constando-me terem entrado as Tropas Hespanholas neste Reino, fazendo uma Guerra ostensiva.....Ordeno se faça notório a todos os meus Vassalos, para terem os Violadores da Independente Soberania desta Coroa, e Invasores destes Reinos por Agressores, e Inimigos declarados, e públicos .... Palacio de Queluz em vinte e quatro de Maio de mil oitocentos e hum

Ref.: A0300

Preço: €60.00

 

GUERRA DAS LARANJAS - DECRETO: HAVENDO EL-REI CATHOLICO PELO MANIFESTO PUBLICADO EM MADRID AOS 27 DO MEZ DE FEVEREIRO PRÓXIMO PASSADO DECLARADO GUERRA A ESTA COROA....DEMOREI ATÉ AGORA ANUNCIAR A SOBREDITA DECLARAÇÃO: MAS CONSTANDO-ME TEREM ENTRADO AS TROPAS HESPANHOLAS NESTE REINO, FAZENDO UMA GUERRA OSTENSIVA.....ORDENO SE FAÇA NOTÓRIO A TODOS OS MEUS VASSALOS, PARA TEREM OS VIOLADORES DA INDEPENDENTE SOBERANIA DESTA COROA, E INVASORES DESTES REINOS POR AGRESSORES, E INIMIGOS DECLARADOS, E PÚBLICOS .... PALACIO DE QUELUZ EM VINTE E QUATRO DE MAIO DE MIL OITOCENTOS E HUM

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(Lisboa): Na Regia Officina Typografica, 1801.- (4)p.;29cm.-C

Através deste Decreto oficializou-se em Portugal a chamada "Guerra das Laranjas", nome pelo qual ficou conhecida uma intervenção espanhola e francesa em Portugal, no seguimento da pretensão de Napoleão Bonaparte para que os portos de Portugal fossem abertos a navios espanhóis e franceses, e que a corte portuguesa recusou. Foi de curta duração mas custou a Portugal o território de Olivença. Muitos consideram-na a verdadeira primeira invasão francesa. Rosto adornado com as armas portuguesas.

Cartonagem em papel marmoreado.



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